Livro de Família · edição da autora
Os Souza
Uma linha de sangue do Porto de Mós de 1665 à Goiânia de 1986 — escrita em público, um capítulo por vez.
Este livro nasceu de uma pergunta: por que eu não me chamo Galvão? Quando a pesquisa de família chegou a Portugal, encontrou um fidalgo da Casa Real nascido em Porto de Mós por volta de 1665 — doze gerações acima de mim. O sobrenome dele se perdeu no caminho; o sangue, não.
Escrevo este livro com um compromisso: só contar o que se pode provar. Cada parada da linha tem um documento com nome, data e lugar — batismos, casamentos, processos da Torre do Tombo, lápides. Onde a pesquisa ainda não chegou, o texto diz que não chegou.
Publico os capítulos aqui à medida que ficam prontos. Quem quiser acompanhar de perto: os posts no Instagram mostram a pesquisa em andamento — as descobertas, os documentos, os becos sem saída.
Capítulos
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Capítulo 1
Por que eu não me chamo Galvão?
A pergunta, a linha de sangue em 12 gerações, a árvore inteira — e o que a pesquisa ainda não contou.
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Capítulo 2
O fidalgo e o hábito que nunca veio
Em preparação — o processo de 1720, a mancha cristã-nova e a mercê que não venceu a fama.
Selos de evidência — ✓ documentado (registro primário) · ◇ tradição familiar · ∼ contexto. As fontes de cada capítulo estão citadas no fim.